FUI AO CINEMA
 


CAROS POUCOS LEITORES,

INFELIZMENTE, POR PROBLEMAS COM O UOL BLOG (QUE NÃO ME PERMITE MAIS ALINHAR MEUS POSTS) E POR RECURSOS MAIS AVANÇADOS DE OUTROS HOSPEDEIROS, DECIDI MODIFICAR MEU ENDEREÇO. ESTE BLOG AINDA PERMANECERÁ POR AQUI, MAS AS NOVAS MENSAGENS SÓ APARECERÃO EM WWW.FUIAOCINEMA.BLOGSPOT.COM. POR FAVOR, ATUALIZEM E FAÇAM-SE PRESENTES, COMO SEMPRE. OS ULTIMOS POSTS COLOCADOS AQUI (INCLUSIVE COM COMENTÁRIOS) SE PERDERAM. VOU RECOLOCÁ-LOS NO NOVO ENDEREÇO.

ACHO Q O BLOG FICARÁ MAIS BONITO E MAIS EFICIENTE. COMPAREÇAM.

 

 



 Escrito por Redação do blog às 20h06
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MINHAS CENAS FAVORITAS 1

 

  

 

E.T. - O Extra-Terrestre (1982)

 

Hoje começo a postar algumas das minhas cenas favoritas de todos os tempos. Sempre que possível, vou deixar aqui o link no youtube, para aqueles que não viram o filme ao qual me refiro. A ordem aqui não indica preferência. A cena de hoje é a da perseguição das bicicletas de E.T. – O Extra-Terrestre (1982). Quem consegue não se emocionar com essa cena? Pena que o link do youtube não mostre a perseguição desde o começo:

http://www.youtube.com/watch?v=SVd_7NcydcY



 Escrito por Redação do blog às 12h48
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PURA ARTE

M - O Vampiro de Düsseldorf (1931), de Fritz Lang

 

 

 



 Escrito por Redação do blog às 11h24
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COM O PÉ ATRÁS

Atentem para a semelhança dos cartazes:

 

Hummm... sei não...



 Escrito por Redação do blog às 11h16
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TRADUÇÃO NADA DOCE

  MENINAMÁ.COM (8,0)

 

  

 

Engraçado como os tradutores, aqui no Brasil, parecem não atentar para o fato de que, sim, o título do filme, de certa maneira, influencia nossa escolha para o cinema de fim-de-semana. Ontem mesmo, titubeei em ver “Menina Má.com”, por puro preconceito em relação ao título. Tudo me levava a crer que seria mais um daqueles filmes para adolescentes americanos. Na verdade, o título original é “Hard candy” (“numa tradução livre, seria algo como uma bala do tipo bombom Soft”), uma gíria inglesa usada na internet para garotas menores de idade. “Hard candy” é bem mais metafórico e soa até bonito para o título de um filme, caindo, também, como uma luva para o filme. Além do mais, o título que colocaram em português funciona como um spoiler, tirando toda a graça do espectador.

 

Hayley Stark (Ellen Page) é uma adolescente, que está conversando em um café com Jeff Kohlver (Patrick Wilson), um homem que conheceu pela internet. Jeff é um fotógrafo em torno de 30 anos, o que não a impede de sugerir de ir para a casa dele. Lá Hayley encontra uma garrafa de vodca e começa a preparar alguns drinks, sugerindo, em seguida, uma sessão de fotos com strip-tease. Jeff se empolga com a idéia, mas logo sua visão fica embaçada e ele desmaia. Ao acordar ele está amarrado em uma cadeira e descobre que Hayley tinha colocado algo em sua bebida. Hayley começa a vasculhar a casa de Jeff, decidida a encontrar algo que o ligue a Donna Mauer, uma adolescente desaparecida há semanas. Mas caso não encontre alguma prova nem ele queira confessar, Hayley está decidida a usar outros meios para conseguir a informação que deseja.


O filme é interessante e muito eficaz em criar situações de suspense. Ótima interpretação da garota. Vale a pena conferir.

 



 Escrito por Redação do blog às 15h53
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O BOM ALEMÃO 2

Eita, esse filme promete mesmo!! Não deixem de acessar o site thegoodgerman.warnerbros.com. Vejam que beleza!!



 Escrito por Redação do blog às 18h50
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CARTAZ 'O BOM ALEMÃO'

Como excedi o número de caracteres no post anterior, não pude como inserir o cartaz. Aqui vai ele. A propósito, depois continuarei meu relato sobre o pack da Monster Collection.



 Escrito por Redação do blog às 13h52
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PREVISÕES

A revista Premiere (www.premiere.com), deste mês, traz alguns filmes cotados para o Oscar 2007. São eles:

 

1. Babel (Babel, a estréia no Brasil é só em 2007): com Brad Bitt, Gael García Bernal e Cate Banchett (aliás, há fortes rumores de que ela será indicada ao Oscar por um dos três filmes em que ela está em cartaz este ano), na direção do mexicano Alejandro González Iñarritu (Amores Brutos e 21 Gramas). O filme já foi vencedor de melhor direção em Cannes 2006 e a sinopse parece lembrar um pouco Crash - No Limite. É sobre a vida de pessoas do mundo inteiro que interagem a partir da morte de um indivíduo, desde a Cidade do México até Tóquio. Já é possível ver o trailer nos cinemas de João Pessoa.

 

2. Dreamgirls (Em Busca de Um Sonho, a estréia no Brasil é só em 2007): adaptação para as telas do famoso musical da Broadway, com Beyoncé e dirigido por Bill Condon (reponsável pelo script de Chicago). Será que depois das duas últimas cinebiografias musicais Ray e Johnny e June, que não levaram a estueta, é a vez de ver repetida a façanha de Chicago? Bom, de qualquer maneira, é sempre bom saber que ainda se fazem musicais... A propósito, o filme foi muito aplaudido em Cannes.

 

3. Stranger Than Fiction (Mais Estranho que a Ficção, estréia: 15 de dezembro): com Will Farrell, Emma Thompson, Dustin Hoffman e Maggie Gyllenhaal (elencão!!), e direção de Marc Foster. A história de um homem que começa a escutar uma voz anunciando sua própria morte já está sendo vista como a sinopse mais original deste ano.

 

4. The Departed (Os Infiltrados, estréia: 10 de novembro): direção de Martin Scorsese (a academia deverá consertar, em 2007, a injustiça de ainda não lhe ter concedido um Oscar), com Leonardo di Caprio, Matt Damon e Jack Nicholson. É um remake do chinês Conflitos Internos, sobre acertos de contas entre policiais e a máfia irlandesa. Pode não ganhar melhor filme, mas acho difícil Scorsese não levar a direção.

 

5. Flags of our Fathers (A Conquista da Honra, estréia: 1 de dezembro): direção de Clint Eastwood (difícil que seja indicado mais uma vez, principalmente concorrendo com Scorsese, repetindo 2006), com Ryan Phillippe e Jesse Bradford. Junto com Letters from Iwo Jima (a ser lançado apenas em 2007), é a visão de Eastwood sobre a batalha de Iwo Jima. Esta primeira parte (Flags) é o ponto de vista americano; Letters, o japonês. Os dois, obviamente, dirigidos por Eastwood.

 

6. World Trade Center (As Torres Gêmeas): ainda em cartaz em João Pessoa, é um filme tocante e sincero, embora tenha sido obscurecido pelo sucesso de Vôo United 93, ainda para chegar aos cinemas da cidade. Direção de Oliver Stone, com Nicolas Cage e Will Jimeno, conta a história real de 2 oficiais presos sob os escombros do World Trade Center. Acho difícil que seja indicado ao Oscar.

 

Vou acompanhar as críticas de 2 filmes que acho que têm tudo para dar certo este ano: The Fountain (de Darren Aronofsky, o mesmo de Réquiem Para um Sonho) e The Good German (o título deverá ser mesmo O Bom Alemão), que andam falando que é o Casablanca do século XXI (hein???). Bom, será filmado em preto-e-branco e o cartaz é simplesmente idêntico ao filme de 42... confiram.... é esperar para ver... e para crer... ah... a direção é de Steven Soderbergh!

 

ATENÇÃO: não confiem nas datas de estréia que coloquei aqui, pois foram colhidas na net. Além disto, as datas são para o Brasil e não para João Pessoa. É rezar para que cheguem, pelo menos, antes da entrega dos Oscar.  



 Escrito por Redação do blog às 13h49
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MONSTER COLLECTION 1

  

 

Comentei, aqui no blog, há um certo tempo, sobre o pack da Monster Collection da Universal. Bem, desde aquele primeiro post, venho assistindo a cada um dos filmes e agora que estou chegando ao fim do pacote, quero tecer uns comentários rápidos para quem pensa em ver.

 

É realmente uma coleção deliciosa!! Por favor, não deixem de ver, porque os filmes são puro charme. A coleção conta com os principais filmes de terror feitos pela Universal entre os anos de 1930 e 1950, todos em preto e branco e, em sua maior parte, com cenários incríveis e toda a aura mágica daqueles anos de ouro de Hollywood.

 

“A Múmia” (The Mummy, 1932): no Egito dos anos 1930, uma equipe de arqueólogos britânicos ressuscita, acidentalmente, a múmia Im-Ho-Tep, depois de 3.700 anos. Im-Ho-Tep, sacerdote no Egito Antigo, fora embalsamado vivo por tentar ressuscitar sua amada. De volta à vida, parte em busca de sua amada, encarnada em um novo corpo. Embora a sinopse dê a entender tratar-se de um filme de qualidade duvidosa, fiquei bastante impressionado com a atuação de Boris Karloff (o grande ator dos filmes de terror da Universal) e com a maquiagem, muito convincente até para os filmes de hoje em dia. A primeira meia hora do filme é excepcional (realmente muito bom) e, embora não seja o melhor do pacote, merece a visita. Imperdível!! (9,0)

 

“O Monstro da Lagoa Negra” (Creature from the Black Lagoon, 1954): em plena selva amazônica brasileira, um grupo de cientistas americanos descobre uma criatura que acreditam ser um elo perdido. Passam, então, a uma busca incessante pelo bicho, culminando com a morte de parte da expedição. É um filme ingênuo e datado, mas a excepcional fotografia subaquática o transforma em um grande filme. Não é à toa que uma das cenas iniciais de “Tubarão”, de Spielberg, é uma reverência explícita a este filme. Também vale a pena mencionar a competente trilha sonora, que abrilhanta as seqüências debaixo d’água. Enfim, um charme que o cinéfilo não pode deixar de ver. (8,5)

 

(Continua no próximo post...) 



 Escrito por Redação do blog às 19h53
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PERSONA (1966)

“Tudo começa num palco. Enquanto interpreta “Electra”, a atriz Elizabeth Vogler sofre um abalo emocional. Muda por alguns instantes, recupera sua consciência e retoma seu papel. No dia seguinte de manhã, Elizabeth, os olhos no vazio, é descoberta sobre sua cama: inerte.

             Numa clínica onde foi internada para tratamento, os médicos a consideram recuperada. Então, na companhia de Alma, sua enfermeira, ela parte para uma casa de campo no Báltico. Uma profunda amizade nasce entre as duas mulheres: Elizabeth pede a Alma para lhe contar sua vida. A seguir, escreve uma carta para sua médica, relatando-lhe que encontrou novas forças nas confissões de Alma. Mas Alma encontra um dia uma carta, e nasce um conflito entre as duas mulheres. Pouco a pouco uma troca de identidades se processa, elas tomam o lugar uma da outra... (...)

            Ainda uma vez [em Bergman], uma história de neurose, de remorsos interiores, mas que evolui de maneira lenta, calma, com paciência e desvelo de detalhes, porém com violência também.”

 

            Estes trechos acima foram tirados do livro “O Planeta Bergman”, editado pela Oficina de Livros e escrito por Carlos Armando Lopes. Trata-se de sua leitura crítica sobre o filme “Persona” (1966), de Ingmar Bergman, que terminei de ver ontem. Como sempre nos filmes de Bergman, a digestão é difícil, embora eu tenha achado este particularmente mais difícil que os outros. Sinceramente, ainda não formei nenhum juízo de valor a respeito do filme; sei apenas que é daqueles que ficam martelando na sua cabeça durante vários dias. Ah, a fotografia, como sempre, é primorosa: atentem para a foto acima, de Liv Ullmann e Bibi Andersson... um dos meus stills preferidos de toda a história do cinema!! 



 Escrito por Redação do blog às 11h23
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ADEUS, LÊNIN!

   

 

Volto novamente a blogar depois de um certo tempo. Os últimos dias não foram fáceis por aqui: minha avó faleceu e, nessas horas, é sempre inevitável pensar na brevidade da vida. Engraçado como momentos assim nos fazem pensar em como nossa realidade é frágil e como, de uma hora para outra, é possível perder pessoas que fazem diferença em nossas vidas... e o pior... que o mundo continua a girar, o sol ilumina da mesma forma as outras pessoas e os pássaros cantam da mesma maneira.

 

Neste último mês, vi algumas coisas interessantes no cinema e vou postando um pouco sobre cada um destes filmes. Agora, quero comentar um pouco sobre um filme que revi esta semana e do qual gosto muito: Adeus, Lênin! (2003). É um filme alemão, de 2003, que concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. A estória se passa na antiga Alemanha Oriental, onde Christiane Becker, abandonada pelo marido, canaliza todas suas frustrações sentimentais para o idealismo político, transformando-se numa cidadã exemplar na luta dos ideais socialistas. Um dia, ao ver seu filho em uma manifestação anti-socialista (isso já em 1989, às vésperas da queda do Muro), Christiane tem um infarto, que a leva a quase um ano em coma e que a impede de ver as transformações sofridas pela antiga RDA, com a queda do Muro e a adaptação ao capitalismo. Ao acordar do coma, o médico adverte ao filho (Alexander) que a mãe não poderá sofrer emoções fortes, o que faz com que ele tenha a idéia absurda de fazer com que a mãe não desconfie que a RDA já não mais existe e que o capitalismo ainda continua trancado fora do Muro. O que se vê, então, é uma série de cenas engraçadas, com as quais é impossível não se divertir. Engana-se, porém, quem pensa que Adeus Lênin! é um pastelão... é um filme poético e lírico, que nos faz questionar que tipo de idealismo é realmente importante: o de Christiane ou o de Alexander? Também se engana quem acha que o filme pode ser uma apologia ao capitalismo - o diretor enxerga humanidade nos dois lados, sem optar por nenhum deles. Há boas reminiscências do período socialista, visto, em muitas passagens, de uma maneira terna e saudosista. Há cenas muito bonitas, como a estátua de Lênin sendo carregada pelo helicóptero (numa óbvia reverência a La Dolce Vita) e o passeio no carro, com a mãe vendada, para não perceber sinais do capitalismo. Ah, impossível deixar de mencionar que a música do filme é de Yann Tiersen (o mesmo de Amélie Poulain, inclusive uma das músicas é a mesma do filme francês). Para quem gostou de Amélie, este filme é obrigatório, afinal são filmes muito parecidos.

 

Ah, sim, a word to the wise: é para chorar!  



 Escrito por Redação do blog às 14h20
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AINDA BEM QUE WOODY ALLEN EXISTE

 

Reportagem copiada da FOLHA ONLINE, por Sylvia Colombo

 

Que bom que Woody Allen ainda está entre nós. Ele é desses poucos diretores cuja regularidade de produção nos traz algum conforto. Digo, se tudo o mais der errado em sua vida, pelo menos pode ter certeza de que um novo filme do cara vai surgir em algum momento num cinema próximo a você e, certamente, vai te fazer rir um pouco.


Acabei de ver "Scoop", o 36º filme do cineasta, que estreou agora nos EUA, mas só deve chegar ao Brasil em fevereiro. Não é lá dos seus melhores trabalhos, mas mesmo um Woody "menor" vale mais do que a média de todas as estréias hollywoodianas. Em qualquer temporada.

"Scoop" vem na carona do excelente "Match Point" (que há pouco saiu em DVD no Brasil) e guarda, com relação a este, algumas semelhanças. Primeiro porque se passa em Londres, cidade que Woody adotou (e que já está usando como locação para seu próximo filme). Depois, porque, de novo, o diretor aponta os canhões para a aristocracia britânica e expõe um provável criminoso que conta com a posição social para tentar sair impune.


Se, por um lado, a idéia é mesmo requentada, "Scoop" tem uma vantagem com relação a "Match Point": o próprio Woody em cena, na pele do mágico Splandini. E eu sou daquelas que preferem os filmes de Woody com o próprio Woody no elenco.


A história começa quando uma repórter novata, gostosona e meio bocó (Scarlett Johansson) está participando de um número de desaparição de um show apresentado por Splandini ---um comediante do Brooklyn curiosamente radicado em Londres. A moça entra numa daquelas caixas gigantes e coloridas e, lá dentro, encontra o fantasma de Joe Strombel (Ian McShane), um jornalista que acaba de morrer, mas que não resiste à idéia de voltar ao mundo dos vivos só para passar para a frente um furo jornalístico ("scoop") cujas evidências levantou a partir de um relato que ouviu no barco da Morte (num momento Ingmar Bergman do filme).


O tal "furo" é a revelação de que um famoso serial killer que anda assombrando a cidade seria nada menos que um jovem milionário, encarnado pelo X-Man Hugh Jackman. A partir de então, a moça e o mágico, ela cheia de vontade, ele, de medos e paranóias, tentam se aproximar do fulano para desvendar o crime. Acontece que, no meio do caminho, ela se apaixona pelo suposto criminoso e a investigação, que já não ia bem por conta da atrapalhada participação do ilusionista, desanda de vez. O final, previsível, já se anuncia antes da metade do filme e a temática das piadas é a mesma de sempre: a culpa, as relações amorosas fracassadas etc.


Mas não importa, Woody Allen é piada velha que nunca perde a graça.



 Escrito por Redação do blog às 11h47
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EM CARTAZ

                  

 

Conferi “O Libertino”, com Johnny Depp. Fui com muita expectativa e me decepcionei. Apesar da atuação sempre competente de Depp (ele é realmente o melhor dessa geração), o roteiro é confuso e peca pela falta de clareza.

 

John Wilmot (Johnny Depp), Conde de Rochester, é um rebelde provocador e um gênio literário da restauração inglesa do século XVII. Wilmot é convocado pelo rei Charles II (John Malkovich) a escrever uma peça, com a responsabilidade de que ela precisa ser magistral e que impressione a corte francesa. Apaixonado pela atriz Elizabeth Barry (Samantha Morton), o desejo de Wilmot em transformá-la em uma estrela e sua inteligência subversiva terminam por escandalizar a sociedade de Londres da época.

 

“Protegida por um Anjo”, com Demi Moore, parte de uma premissa interessante, mas escorrega ao tentar um viés sentimental, que não cabe no filme. Não vale os seus 6 reais, mas fica longe de ser um desrespeito ao espectador.  

 

Rachel Carlson, autora de romances de sucesso, vê sua vida ruir com a morte do filho. Para superar a tristeza, decide se mudar para um vilarejo na Escócia. Mas então se iniciam estranhos acontecimentos, e a mulher passa a ser assombrada por fantasmas.

 

“Viagem Maldita” é um filme que rouba de você entre 6 a 12 reais, dependendo de quanto você paga para entrar. Para quem gosta de carne humana em pedaços, é um prato cheio.

 

Na falta de filmes bons no cinema, nada melhor que DVD. Quem gosta de filmes de terror clássico, o pack dos monstros da Universal é um charme. Falo disso no próximo post. 



 Escrito por Redação do blog às 18h09
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Chapolim

 

Que decepção a minha quando coloquei o DVD do Chapolim!! Não recomendo o DVD, simplesmente porque assassinaram a dublagem original, o que torna impossível de assistir para os fãs do herói colorado. Pensem numa tristeza!! Parecia que tinham tirado o doce da minha boca.  

 

São 7 episódio inéditos. Minto: um deles já passou na tevelevisão - “Folklore japonés”. É torcer agora para algum santo do SBT resolver lançar um pack com a dublagem original. Assistir no original em espanhol quebra um galho, mas não é a mesma coisa.

 

Em tempos de Batman, Superman e X-Men, ainda fico o meu preferido mesmo, Chapolim – o legítimo representante da América Latina: kitsch, mortal, medroso... mas autêntico!    



 Escrito por Redação do blog às 17h58
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ZUZU

 

Sim, sim, vale a pena ver ZUZU ANGEL (2006). Mais pela história de vida de uma mulher corajosa (apesar de ela dizer que coragem teve o seu filho; o que ela tinha era legitimidade) e pela necessidade de não esquecer fatos acontecidos há pouco em nosso país, do que por se tratar de um grande filme. Gostei muito de uma licença poética: ao roubar o dossiê dentro do carro acidentado de Zuzu, o policial tenta, em vão, fazer parar de tocar a música “Apesar de Você”, que tocava no toca-fitas do carro. “Apesar de Você” era um das músicas mais veladamente contundentes contra a ditadura.  



 Escrito por Redação do blog às 20h38
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